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Transtornos de Ansiedade

– Síndrome do Pânico e Agorafobia.

A Síndrome do Pânico se caracteriza pela presença recorrente de ataques de pânico, o pânico pode ser compreendido como uma intensa ansiedade, que ocorre sem previsibilidade, em qualquer local e situação.

Ao sofrer um ataque de pânico, a pessoa manifesta pensamentos catastróficos como: “Vou morrer!”,”Estou perdendo o controle”, “Estou enlouquecendo” ou “Vou ter um ataque cardíaco”. Junto aos pensamentos, sente intensa ansiedade, estresse, vulnerabilidade, medo e raiva; à nível fisiológico pode apresentar falta de ar, aceleração dos batimentos cardíacos, sensações de calor ou frio, sufocamento, tontura, suor, náuseas.

Diante o sofrimento o indivíduo passa a se preocupar com a possibilidade de novos episódios de ataque de pânico, ocasionando na evitação de determinados lugares (bar, cinema, rua) e situações (correr, multidões, grupos), essa evitação é denominada agorafobia.

O indivíduo que sofre de agorafobia, tenta se proteger evitando, mas tais restrições que ele se impõem tendem a prejudicar sua vida de forma integral, passando a influenciar em sua vida social, familiar, relacionamentos e qualidade de vida de forma geral, em casos mais graves a pessoa deixa de sair de casa.

Embora a experiência do pânico não represente realmente perigo, as sensações a nível fisiológico podem ser extremamente desconfortáveis, além do evidente impacto na vida integral do indivíduo.

A psicoterapia proporciona um espaço de aprendizagem e segurança, onde o indivíduo entenderá o processo de seu pânico, como seus pensamentos, emoções e comportamentos influenciam na manutenção do quadro, assim como desenvolverá habilidades para tratá-lo.

– Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).

A ansiedade é necessária, faz parte do repertório de emoções do ser humano para sobrevivência, ela pode ajudar, por exemplo o indivíduo a se preparar para um desafio, mas quando ela se torna desproporcional, frequente e intensa, minando a capacidade de enfrentamento e ocasionando em evitação frequente de situações, podemos considerá-la disfuncional e prejudicial.

No Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) o indivíduo sente preocupação e ansiedade excessivas na maioria dos dias, e em atividades ou eventos diversos, considerando-se os últimos seis meses.

O indivíduo apresenta pensamentos excessivos de preocupação, interferindo diretamente em sua capacidade de fazer as coisas de forma eficiente, tais pensamentos podem aparecer em áreas diferentes de sua vida, como: relações interpessoais, saúde física, escola, trabalho, finanças, questões mundiais, compromissos diários entre outros.

Para considerar um diagnóstico de TAG, ao menos três dos seguintes sintomas, precisam estar presentes: inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele, fadiga ou cansaço excessivo, dificuldade em se concentrar ou sensações de “branco” na mente, irritabilidade, tensão muscular e alterações do sono (APA,2013). 9 Quanto mais a pessoa se preocupa e apresenta perdas pela preocupação em excesso, mais provavelmente os sintomas estão relacionados ao TAG; é comum que esse transtorno seja confundido com a personalidade da pessoa (“sou ansioso mesmo”), o que faz com que muitos não busquem ajuda, ou apenas procurem tratamento quando apresentem estados mais graves e doenças comórbidas como a depressão e/ou pânico.

Enfrentar a ansiedade generalizada é uma jornada contínua, e é importante lembrar que não há uma solução rápida para esse transtorno.

Aprender a gerenciar a ansiedade e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com as preocupações é um processo gradual.

Com apoio, paciência e comprometimento com o tratamento, é possível alcançar um maior equilíbrio emocional e desfrutar de uma vida mais tranquila e significativa. Se você está passando por esse desafio, saiba que você não está sozinho e que há recursos e suporte disponíveis para ajudá-lo em sua jornada para a recuperação.

– Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

Um trauma psicológico pode ser compreendido como o resultado emocional a um evento significativamente estressor, que fica registrado na memória, a maioria das pessoas vivencia experiências traumáticas ao longo da vida, e apesar de muitas se recuperarem, algumas desenvolvem psicopatologias, entre elas o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) (Ventura, 2011).

Algumas situações consideradas como eventos estressores com significativo impacto emocional para desencadear o TEPT envolvem a presença de morte, sério ferimento ou ameaça à sua integridade física ou a de pessoas próximas.

Aproximadamente um mês, após vivenciar a experiência traumática, a pessoa exibe um conjunto de sinais e sintomas que serão apresentados abaixo:

– Reexperimentação: Processo no qual o indivíduo revive mentalmente e de forma repetida a experiência traumática, passando cenas em sua cabeça como um filme, imagens muito reais como se o evento estivesse ocorrendo novamente. Apresenta dificuldade em controlar seus pensamentos e é comum a presença de pesadelos relacionados ao tema.

– Evitação: Como forma de lidar com a experiência, na tentativa frustrada de esquecer o que houve, é comum que a pessoa evite lugares, situações, pensamentos e pessoas que poderiam lembrá-la do trauma.

– Alterações negativas persistentes em pensamentos e no seu estado de humor: Como resposta ao movimento de afastar pensamentos e sentimentos dolorosos, o indivíduo manifesta dificuldade em sentir outras emoções, como alegria, amor e esperança. Pode apresentar sentimentos como raiva, vergonha e culpa.

– Excitabilidade aumentada: Sendo a experiência traumática revivida frequentemente, a pessoa se encontra constantemente em estado de alerta, pronto para responder a uma situação perigosa, mesmo estando em um lugar seguro. Demonstra nervosismo, agitação, facilidade em se assustar, dificuldade de concentração e mudanças em seu sono.

O transtorno de estresse pós-traumático pode ser incapacitante, e assustadoramente prejudicial à vida do indivíduo de forma geral. Felizmente há várias estratégias e técnicas da Terapia Cognitivo Comportamental para auxiliar no tratamento da TEPT: reavaliação do modo de pensar, técnicas de enfrentamento, técnicas para o manejo de ansiedade entre outras. 10

– Transtorno Obsessivo Compulsivo.

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo é um distúrbio psiquiátrico que se caracteriza pela presença de obsessões e compulsões. As obsessões são pensamentos, imagens ou impulsos indesejados, intrusivos e repetitivos que causam ansiedade ou desconforto significativo na pessoa. Esses pensamentos obsessivos são persistentes e difíceis de controlar. Exemplos de obsessões comuns incluem medo de contaminação, preocupação excessiva com simetria, preocupação excessiva com a segurança, pensamentos agressivos ou blasfemos, entre outros.

As compulsões são comportamentos repetitivos ou rituais que a pessoa se sente compelida a realizar em resposta às obsessões, como uma forma de reduzir a ansiedade ou evitar situações temidas. No entanto, essas compulsões geralmente não estão conectadas realisticamente ao que tentam prevenir e muitas vezes se tornam fonte de sofrimento e interferência nas atividades diárias da pessoa. Por exemplo, alguém que tem obsessões sobre germes pode lavar as mãos repetidamente até que a pele fique machucada ou gastar muito tempo organizando objetos em uma ordem específica.

É importante ressaltar que ter pensamentos ou comportamentos repetitivos de vez em quando não é necessariamente um sinal de TOC. O diagnóstico de Transtorno Obsessivo-Compulsivo é feito quando esses pensamentos e comportamentos interferem significativamente na vida diária da pessoa e causam sofrimento.

O TOC é considerado uma doença crônica, mas é tratável. O tratamento geralmente envolve abordagens terapêuticas, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e, em alguns casos, medicação para ajudar a reduzir a intensidade das obsessões e compulsões.

– Fobias Específicas.

As fobias específicas são um tipo comum de transtorno de ansiedade que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracterizadas por medos intensos e irracionais em relação a uma ampla variedade de objetos ou situações, como medo de aranhas, alturas, voar, espaços fechados, agulhas, entre muitos outros. Quando expostas ao estímulo fóbico, as pessoas podem experimentar uma resposta de ansiedade extrema, que pode incluir palpitações, sudorese, tremores, dificuldade para respirar e uma necessidade intensa de evitar o objeto ou a situação temida.

As fobias específicas podem surgir de várias maneiras, mas muitas vezes estão associadas a experiências traumáticas ou assustadoras no passado. Por exemplo, uma pessoa que foi mordida por um cachorro em tenra idade pode desenvolver uma fobia de cães. Além disso, as fobias também podem ser aprendidas por observação, ou seja, quando uma pessoa observa alguém próximo a ela demonstrando medo extremo de algo, pode acabar desenvolvendo a mesma fobia.

Se não pode ter um impacto significativo na vida das pessoas. O medo intenso leva à evitação das situações ou objetos fóbicos, o que pode restringir severamente as atividades diárias e até mesmo a capacidade de trabalhar ou socializar. A evitação contínua pode, por sua vez, reforçar o medo, criando um ciclo vicioso que mantém a fobia.

A boa notícia é que as fobias específicas são tratáveis e geralmente respondem bem a intervenções terapêuticas. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem comumente usada para tratar fobias. A TCC trabalha para ajudar a pessoa a entender seus 11 medos irracionais e a desenvolver estratégias para enfrentar gradualmente o objeto ou situação fóbica.

A exposição gradual é uma parte importante da TCC para fobias. Isso envolve a exposição controlada e gradual ao estímulo fóbico, permitindo que a pessoa aprenda a lidar com a ansiedade sem evitar a situação temida. Com o tempo, a ansiedade tende a diminuir, e a pessoa começa a perceber que seu medo não é tão ameaçador quanto imaginava.

Enfrentar uma fobia pode ser assustador, mas é um passo importante para recuperar a liberdade e a qualidade de vida. Se você ou alguém que você conhece está lutando com uma fobia específica, não hesite em procurar ajuda profissional.

Lembre-se de que superar uma fobia não acontece da noite para o dia, mas com paciência, coragem e a ajuda certa, é possível romper as barreiras do medo e redescobrir a liberdade para viver uma vida mais plena e significativa.

– Transtorno de Ansiedade Social.

O Transtorno De Ansiedade Social, também conhecido como Fobia Social, é um dos transtornos de ansiedade mais comuns, afetando milhões de pessoas ao redor do mundo.

Essa condição é caracterizada por um medo intenso e persistente de situações sociais ou de desempenho, nas quais a pessoa se sente julgada, observada ou avaliada negativamente pelos outros. A fobia social pode se manifestar de maneira variada, mas geralmente provoca ansiedade extrema e interfere significativamente nas relações e na qualidade de vida da pessoa.

Para alguém com fobia social, atividades cotidianas, como participar de eventos sociais, falar em público, iniciar uma conversa ou até mesmo comer na frente de outras pessoas, podem se transformar em situações extremamente angustiantes. O medo de ser humilhado, envergonhado ou de fazer algo que atraia atenção negativa pode levar a uma espiral de ansiedade e evitar essas situações a todo custo.

A fobia social pode ser influenciada por uma combinação de fatores, incluindo predisposição genética, experiências de vida traumáticas ou estressantes, ambiente familiar e personalidade. Por exemplo, pessoas que tiveram experiências sociais negativas ou foram vítimas de bullying na infância podem ser mais propensas a desenvolver esse transtorno.

Além disso, a baixa autoestima e a autocrítica excessiva também podem desempenhar um papel importante.

A ansiedade social pode ter um impacto significativo na vida cotidiana da pessoa. A evitação de situações sociais pode levar ao isolamento e à solidão, afetando negativamente a saúde mental e emocional. Além disso, o medo constante de julgamento pode prejudicar a autoconfiança e a autoestima, dificultando o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis e o alcance de metas pessoais e profissionais.

É fundamental buscar ajuda profissional caso a fobia social esteja afetando significativamente sua vida e bem-estar. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma das abordagens mais eficazes para o tratamento da fobia social. A TCC ajuda a pessoa a identificar e desafiar pensamentos negativos e irracionais, desenvolver habilidades sociais e realizar exposição gradual a situações temidas, permitindo que ela se acostume com o desconforto e aprenda estratégias para lidar com a ansiedade.

Superar a fobia social não é uma tarefa fácil, mas é uma jornada valiosa de crescimento pessoal. O tratamento requer comprometimento, paciência e o apoio adequado.

Conectar-se com grupos de apoio ou compartilhar experiências com outras pessoas que passam pela mesma situação pode ser muito benéfico. 12 Lembre-se de que a fobia social não define quem você é. Com a orientação correta, é possível enfrentar os desafios da interação social e recuperar a confiança para viver uma vida mais gratificante e conectada com os outros.

Não hesite em procurar ajuda e dar o primeiro passo em direção à superação da fobia social e ao alcance de uma vida mais plena e satisfatória.

Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e do Comportamento da CID-10

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